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segunda-feira, outubro 16, 2006

Filme de Guerra - Parte final

Bang-bang
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É difícil, pra não dizer impossível, apontar o bandido e o mocinho nessa história de guerra. Tiros pra lá e pra cá. Osama Bin Laden é procurado vivo ou morto. Recompensa será dada até mesmo a quem der pista que leve a ele. $25.000.000,00. Os ataques Norte-americanos ao Afeganistão continuam. Os ataques Talibãs aos Estados Unidos continuam. Até quando?
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A Aliança do Norte consegue controlar Cabul, antes reduto Talibã. Cabul é liberta. Povo de lá tem liberdade agora. Mas a guerra não acabou. Há muito ainda para acontecer. O tempo não pára. Os livros de história ainda ficarão incompletos.
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Nas cidades Afegãs, a alegria voltou, a vida voltou, a ilusão e fantasia voltaram. O cinema voltou.
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The end

sexta-feira, setembro 29, 2006

Filme de Guerra - Parte 4

A Busca

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Os Estados Unidos continuavam dizendo que a retaliação iria acontecer, isso para fazer pressão. Queriam muito Bin Laden. Os dias iam passando, já era 7 de outubro, e nada de ataque Americano ao Afeganistão. De repente... O mundo é surpreendido mais uma vez com ataques, desta vez o céu do Afeganistão é riscado por mísseis. Era o contra-ataque, a resposta ao dia 11 de setembro.
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Várias cidades são atingidas. Os aviões lançam pacotes de ração para os Afegãos. O Talibã e Al Qaeda (organização terrorista de Bin Laden) dizem que EUA não ficariam impunes aos ataques. Estava guardado o troco aos americanos. Afegãos revelam que os ataques não acertaram só militares talibãs, mas também civis. Dentre os civis estavam até funcionários da ONU e da Cruz Vermelha.
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Com os atentados ao World Trade Center e a guerra, a CNN - Cable News Network - lidera a audiência em todo o mundo. A cobertura é a "melhor". Mas a CNN não tem acesso ao Afeganistão. A Al Jazeera, TV do Catar, tem autorização do Talibã e faz imagens do território Afegão e do conflito.

sexta-feira, setembro 15, 2006

Filme de Guerra - Parte 3

A pressão
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Bush, o querido presidente norte-americano, quer, a qualquer custo, Osama Bin Laden. Providências diplomáticas começam a ser tomadas. Pedidos para que fronteiras sejam fechadas, que espaços aéreos sejam usados, reservistas são convocados, cidadãos norte-americanos aprovam ataque ao Afeganistão (morada de Osama). Precipitação ou raiva?
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No mundo inteiro começam a surgir suspeitas de terrorismo. Os muçulmanos ficam mais amedrontados, temem ataques contra eles. O preconceito contra eles vai aos poucos aumentando, como se todos os muçulmanos fossem terroristas. Mas quem seqüestrou os aviões foram extremistas que vão além do Corão (Livro Sagrado Islâmico), o entendendo de forma errada.
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Os Estados Unidos fazem pressão ao Talibã para que entregue Bin Laden. Porém, o Talibã só aceita entregar Bin Laden para ser julgado em país neutro, os EUA não querem. E começam a surgir aliados, Inglaterra, França, Alemanha e Itália. Os norte-americanos mandam aviões e tropas para o Oriente Médio, o plano de contra-ataque já estava traçado... ou Osama Bin Laden ou Guerra.

quinta-feira, setembro 07, 2006

Filme de Guerra - Parte 2

O dia seguinte não teve pílula


Como abortar um sentimento cravado em corações tão duros (generalizando)? Como arrancar sem dor uma dor que fica após um impacto semelhante a um fortíssimo choque térmico? Ninguém, exceto os terroristas, pensava que os donos do mundo tivessem um calcanhar de Aquiles... pelo menos um ponto fraco que os fizessem chorar. Foi só um... que foi apontado... mas outros virão a aparecer. É incrível como não conseguimos reparar todos nossos defeitos ao olharmos no espelho - ver o podre nos outros é fácil. Auto. Alto. Paremos para olhar para nós mesmos. Refletir.

Nenhum avião sai ou entra nos Estados Unidos. O número de mortos no atentado é incalculável. Os destroços, fotos e imagens do ex-prédio mais alto de Nova Iorque são cicatrizes. Todo corte fundo demora a cicatrizar. Toda cicatriz deixa marcas. As marcas nos fazem lembrar da situação que as originaram.

Aumentam as hipóteses. Deste momento em diante... suspeito nº 1: Osama Bin Laden. Muçulmanos se amedrontam. O mundo fica solidário aos Estados Unidos. Eles querem vingança. O vermelho do ódio e o azul das lágrimas se misturam nos olhos dos americanos. Raiva acompanhada de dor.

Junto com as torres gêmeas caem as bolsas de valores. Isso é um dia de doze. Tudo vira um caos. Os veículos de comunicação estampam isso. Isso não passa de ressaca.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Filme de Guerra - Parte 1

Boom, boom, boom...


Estados Unidos da América. Bela manhã. Sol de outono. Nada de diferente. Rotina. Correria de início de dia de trabalho. Sempre as mesmas pessoas, o mesmo estresse...

Boom... Do nada. Quem está em Nova Iorque, nos arranha-céus, nos aeroportos, nas redações dos meios de comunicação, em frente às TVs, rádios e computadores se surpreendem com um avião acertando em cheio entre o 80º e o 86º andar da torre norte do imenso World Trade Center. Pânico. O dia que era nada mais que um simples 11 de setembro de 2001 começa a deixar de ser um dia comum. Sairia dos calendários para ser gravado em páginas de livros, revistas, jornais, telas de computador e TV, tapes em vozes de Jornalistas e testemunhas. 8:46 a.m. Este foi o tic-tac-boom.

Todo o mundo parou... parou de olhos abertos perante uma Torre de Babel em chamas. Todos os olhos eram chamas - reflexo do fogo no grande prédio. Hipóteses. Terrorismo. Aviões seqüestrados. Por quê? Isso ninguém imaginava. Enquanto se refletia...

Boom... Enquanto todos viam e refletiam sobre o crash, mais um avião acerta o World Trade Center, só que desta vez a torre sul. Tic-tac-boom... 9:03 a.m. Desespero. Fogo que aumenta. Pessoas descem correndo as escadas, milhares de degraus. O tempo é curto, mínimo. Não há tempo suficiente para descer. Pessoas pulam, se jogam do alto prédio, vendo assim sua única solução... que solução! Em baixo há pessoas novas, desconhecidas. Ajudantes anônimos, mas de coragem, o inverso dos que no alto estavam. Os desesperados descem. Os heróis sobem, tentam fazer o inferno cessar.

Boom... Pancada no cérebro Americano. Parte do Pentágono é posto a baixo. Culpa de nada mais, nada menos, que outro avião. 9:37 a.m. Washington em alerta. Estados Unidos em chama. Desespero é geral, nacional, mundial. Casa Branca evacuada. Qual será a próxima vítima, alvo? Ninguém sabia.

Tic-tac... 10:00 a.m. Torre sul do World Trade Center desaba. Todos, sem exceção, ficam boquiabertos. Outro avião risca o céu Norte-americano com fogo, cinco minutos após a queda de uma das torres do Centro Mundial do Comércio. Porém, esse avião caiu antes de atingir outro alvo, foi derrubado por Americanos em Pittsburgh.

Tic-tac... 10:28 a.m. Torre norte imita a sul, também vai ao chão. A partir daí uma fumaça, que parecia infindável tomou conta da ilha de Manhattam. Escritórios por todos os lados são evacuados. As ruas deserteiam-se. O medo domina a calma em todos os corações. Até o fim do dia ninguém desgruda os olhos da TV e telas de computador e ouvidos do rádio.

Finda o dia que certamente terá destaque em livros de História daqui a algum tempo.

* O texto foi escrito com o horário local – Nova York

domingo, agosto 27, 2006

Carta

Aqui, hoje.

Você,

hoje estou à beira, à margem. Farei o que nunca houvera pensado. Passarei. Irei para onde não conheço e nem sei se vou gostar ou não. Só sei que... Se eu for não voltarei... Espero. Ao final desta carta posso te garantir que não direi adeus. Mas estou à beira, vou. Quero hoje, agora, me desfazer de tudo que tenho, teria, terei, tivera, tinha, e não. Quero falar oi, a você, amigo, mas por quê não está aqui, quando escrevi... esta carta? Não estaria lendo. Sei que não está com remorso. Sei que agora está rindo. Ao final desta carta não direi adeus. Foram legais os momentos que passei, passamos separados. Mas não te odeio. Se o odiasse não te escreveria. Está com medo? Não poderia te odiar, afinal de contas você é meu amigo, não é? Sei que respondeu, mas não precisava responder. Te amo. Não sei o que se passa aí, dentro do seu coração, ou cabeça, sei lá. Sei que quis brincar, quis fazer... sabe que nem sei? Mas é isso aí, disse que não terminaria com adeus. Acredite, sou seu amigo... Graças a Deus!!!